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31 de março de 2009

Crise(s)

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O assunto a bastante tempo já é esse, a crise financeira, obviamente. Mas será que realmente essa é a única crise que afeta o mundo? Não, não é!

Há aquelas milhões de crises internas, de pessoas que buscam exclusivamente a felicidade, às vezes nada mais do que isso. Crises essas com motivos grandes, desastrosos, ou fúteis e sem importância, visto aos olhos alheios.

Tudo isso não passa de gritos internos de liberdade, pedidos desesperados por ‘socorro’ de meros mortais, como eu e você. É uma crise alheia ao rendimento da bolsa, ao mercado imobiliário, a GM, e a AIG.

A felicidade é muito mais do que isso...

Nathan Lilja


P.S. Meus textos estão diminuindo. É a crise...

30 de março de 2009

Bastidores



Para os estudantes de jornalismo ou simplesmente curiosos por natureza aí vai uma ótima dica: os bastidores do Jornal Nacional. Bem surpreendente.

Nathan Lilja

28 de março de 2009

A Hora do Planeta

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Vamos todos desligar as luzes da nossa sala, hoje as 20:30, por uma hora. O computador pode ficar ligado, a TV também. É apenas um ato simbólico. Mas aí vai uma dica: façam que nem eu e saiam pela vizinhança conferindo quais dos seus vizinhos são pessoas antenadas e conscientes. Pequenas atitudes valem muito.



É isso por hoje, um sábado diferente. Um sábado de preocupação com o nosso bem maior, o lugar onde vivemos.

Nathan Lilja

23 de março de 2009

O é o amor?


Meu tio, para meu espanto também leitor do blog, me questionou algum dia desses: “Como que tu falas com tantra propriedade sobre o amor tendo apenas 18 anos?”

Confesso que já me fiz essa pergunta algumas vezes – não que eu ache que falo do amor com propriedade. Mas de qualquer maneira eu falo dele porque ele está dentro de mim. Assim como está dentro de você.

Todos nós nascemos ‘munidos’ de amor. Muitos de nós já o sentimos, alguns de nós sabemos expressá-lo, porém pouquíssimos sabem defini-lo. Eu me enquadro em todos os grupos: Já amei e amo. Sei expressar esse amor. Mas não sei defini-lo. A definição do que é o amor e do que ele representa pode levar a vida toda, e mesmo assim ser muito banal.

Eu não defino o amor nos meus textos e poucas vezes já escrevi exclusivamente sobre ele. Eu escrevo com amor e não sobre o amor. Escrevo sobre o sorriso no rosto, a lágrima no olho, o suor nas mãos, o frio na barriga, o balanço das pernas e todas essas reações que o dito cujo, amor, provoca em nós.

Ah o amor, que coisa genial. Que coisa complexa. Ninguém se quer precisa amar para senti-lo, basta viver. Sem significado concreto, sem forma material conhecida, o amor move o mundo e fascina os que dele se abastecem.

Nathan Lilja

19 de março de 2009

Simple Plan em Porto Alegre


O Simple Plan é uma daquelas bandas que são como religião para seus fãs. E ontem os canadenses desembarcaram pela primeira vez em Porto Alegre, na quarta passagem da banda pelo Brasil.

Por volta das 18:00 horas um pequeno grupo, cerca de 30 pessoas, assistiu a passagem de som da banda e tiveram o prenúncio do que seria mostrado mais a noite. Energia, simpatia, carisma e hipnótica, foram essas sensações que o quinteto passou aos fãs na apresentação ‘desencanada’ de cerca de cinco músicas. Após o ‘Check Sound’ o vocalista, Pierre Bouvier, comunicou que eles desceriam do palco, tirariam fotos e dariam autógrafos... Não satisfeitos, conversaram com os fãs em uma comunicação bilíngue, a todo o momento Pierre dizia “Muito obrigado” com um sotaque quase imperceptível.

Eis então que com 15 minutos de atraso, 22:15, o Simple Plan sobe pela primeira vez ao palco do Pepsi on Stage, e abrem o show com “Generation”, faixa do último álbum da banda. A histeria era total, e a integração banda-público também. Pierre lia no microfone cartazes levantados pela platéia, como o de meninas que contavam dormir a uma semana em frente ao local do show e manifestava o desejo de conhecê-los, então ele brinca. “I’m Pierre, nice to meet you!”. E a banda continuou a desfilar seus hits mais enérgicos ainda no início do show, como a adolescente “Shut Up”, “Take my Hand”, “Jump” e “Addicted”. Com quase duas horas de duração a banda tocou todos os seus grandes hits: “Crazy”, “When I Gone”, “Perfect”, “Welcome to My Life”.

O show ainda contou com dois momentos muito emocionantes: Ao tocaram o single “Save You”, composta por Pierre para seu irmão que venceu o câncer, de imediato o público ergueu balões brancos, para surpresa e comoção dos integrantes. O outro momento de pura emoção foi quando a banda comunicou a morte de um jovem que trabalhava na montagem do palco, e faleceu horas antes do show ao cair de uma de quase 8 metros. Em uma linda homenagem a banda pediu um minuto de silêncio e dedicou “Untitled’ aos familiares, amigos e a memória de Sidnei Batista, 18 anos.

Mais maduros, enérgicos e melhores musicalmente o Simple Plan comandou os mais de três mil fãs, causou gritos, lágrimas e hipnotizou olhares. E vai ser assim por muito tempo... Afinal, Pierre, David, Seb, Jeff e Chuck são detentores de uma religião.

Na falta de fotos em boa qualidade do show, este blogueiro vai compartilhar alguns momentos da passagem de som:






Nathan Lilja

16 de março de 2009

Teu cheiro



Aquelas roupas
Elas ainda têm teu cheiro
Quando eu deito
É nelas que eu me conforto

As lágrimas escorrem
Rapidamente eu guardo-as
É o meu medo que teu cheiro evapore

Mais uma vez eu deito
Agora ‘sozinho’
Mais uma vez as lágrimas
Agora mais intensas

Eu quero que elas lavem minha alma
Que levem embora
Essa saudade que mata
E que dentro de mim só aflora.

Nathan Lilja